O artista Carlos Noronha Feio, in conversation with curator Ana Anacleto

23 de Março 2026 às 18h30 nos estúdios da RAMA.

 

Carlos Noronha Feio

noronhafeio.com

Carlos Noronha Feio vive e trabalha em Oeiras.

Através do seu trabalho multidisciplinar, Carlos Noronha Feio analisa temas como a identidade, nacionalismo e cultura local e global. A sua prática procura questionar conceitos pré-concebidos de pertença ao assimilar referências históricas, geográficas e políticas, justapondo-as de forma a engendrar as suas próprias composições.

Noronha Feio obteve um doutoramento no Royal College of Art London.

Exposições individuais selecionadas: (heling!), Kunstfort, Paises Baixos (2025/6); Arkipélg, CNAD, Cabo Verde(2024); (sunsight!)/(sunclipse!), Kunstverein am Rosa-Luxemburg-Platz, Berlim (2022); Zero/Zero, (com Délio Jasse) Galeria Municipal de Almada, Almada (2019); (sunsight!)/(sunclipse!), 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2019); even if at heart we are uncertain of the will to connect, there is a common future ahead, Narrative projects, Londres (2018); A Matter of Trust, Garage Museum of Contemporary Art, Moscovo (2017); banhados pela luz brilhante do pôr do sol, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2015); e Oikonomia: A Matter of Trust, MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisbon (2015).

Exposições coletivas incluem: Notas de Rodapé, Jahn und Jahn, Lisboa (2026); Pintura: Campo de Observação Parte II, Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa (2021); de Dentro e Fora – Colectiva de artistas de Cabo Verde, curadoria, Centro Cultural de Cabo Verde e UCLA, Lisboa (2021); Dissonâncias, MNAC, Lisboa (2020); The fabric of felicity, Garage Museum of Contemporary Art, Moscovo (2018); Variations Portugaises, Centre d’Art Contemporain de Meymac (2018); Futures, CAC Vilnius (2017); You Are Now Entering_____, CCA Londonderry/Derry (2012); e Image Wars, Abrons Art Centre, Nova Iorque (2011).

Entre 2009 e 2014, Noronha Feio foi diretor do The Mews Project Space em Londres. As suas obras foram incluídas na publicação “The Art of Not Making: The New Artist/Artisan Relationship”, bem como “Nature Morte: Contemporary Artists Reinvigorate the Still Life Tradition”, publicados por Thames & Hudson.

Coleções incluem: Coleção Armando Martins/MACAM, Portugal; MAAT – Fundação de Arte EDP, Portugal; Coleção Norlinda e José Lima, Portugal; Coleção José Carlos Santana Pinto, Portugal; Coleção Gaspar/Marin, Portugal; Saatchi Collection, Reino Unido; Fundação PLMJ, Portugal; MNAC – Museu do Chiado, Portugal; MAR – Museu de Arte do Rio, Brasil; Coleção do Estado, Portugal; CNAD, Cabo Verde; entre outras coleções públicas e privadas, nacionais e internacionais.