Inês Ferreira-Norman

1984, Caldas da Rainha.

Licenciada em Ilustração, mas com um percurso profissional ligado à produção e gerência de artistas, foi em 2015 que decidiu retomar a sua prática artística.

Viveu 15 anos no Reino Unido, onde trabalhou com Raqib Shaw, Stanza, Alexandra Mir e geriu espaços e comunidades de artistas em Londres Sul para a arebyte/arbeit.

Desde que concluiu o Mestrado em Livros de Artista e Artes Plásticas na University of the Arts London, tem exposto e publicado uma obra que investiga através da linguagem, escultura, impressão e vídeo, propostas fenomenológicas sobre Geologia, proporciona comentário político-social e apropria enquadramentos de outras disciplinas como a Biomímica, a Estratigrafia e Linguística.

Com a bolsa de GreenTech Enterprise pela University College London – Institute for Global Prosperity em 2018, Inês criou a Matéria Cíclica em Portugal, uma organização artística com o objetivo de criar estratégias e plataformas para a transição para uma cultura mais ecocêntrica.

É editora chefe do JAWS – Journal of Arts Writing by Students, uma revista internacional publicada pela Intellect, direcionada à publicação de escrita por mestrandos ou doutorandos.

 

Exposições a solo: 
2021: Mineriazur, performance e instalação no Jardim Azul, EMERGE, Torres Vedras
2020: Fraturização de Indivíduos Geológicos ou a Era do Pixel 2.0, Galeria de Exposições do Espaço de Turismo de Caldas da Rainha
2020: Fraturização de Indivíduos Geológicos ou a Era do Pixel, Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia
2019: Fósseis Antropogénicos, ByMaM Galeria, Ferrel
2018: Why in Earth would you?, Greenwich West Arts Centre, Greenwich 
2015: Th(d)e Code and Sense, Waterloo Train Station
 
Exposições Coletivas:
2021: Bienal de Coruche, percurso com arte ‘Respirar arte com sustentabilidade’, Coruche
2021: Calhau – mostra de arte, percurso pedestre em várias aldeias da Lourinhã
2020: Arte Desconfinada, Museu da Renda de Bilros de Peniche
2019: XXI Bienal de Artes Plásticas da Festa do Avante, Amora, Seixal
2018: Wimbledon shots, Wimbledon College of Arts, Londres
2017: The Book Dispersed, Sputnik the Window, Porto
2017: Signal to Noise, Arbeit Walis road, Hackney Wick, Londres
2017: eARTh2, Central Saint Martins, Kings Cross Londres
2016: In the Shadows of a Subterranean River, The Crypt Gallery, Euston, Londres
2015: Ink and Bind, Camberwell College of Arts, Londres
2014: Bidders Bizarre, The Hatch, Homerton, Londres
2007: Scrawlington, Air Gallery, Green Park, Londres
2000: Novos Talentos, Centro Comercial Caldas da Rainha

www.inesartista.net

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Legendas das imagens

Fig. 1 – Shale Female, 2016-18 à esquerda, com Terra Nostra Diagnosis, 2017 à direita

Shale Female, impressão de mural a grafite digitalmente manipulado em Papel Hamerhuille 300gsm, 59 x 156,9cm; Terra Nostra Diagnosis, escultura em arenito, 81 x 50 x 20cm e impressos A4

Fig.2 – Pixeis Reais, 2020

8 Esculturas feitas de tacos de madeira, cartão, monoimpressão de lixo marinho com barro de Almagreira em papel cartridge

base: 21 x 21,3cm altura: variações entre 2mm a 7cm

Fig.3 – Iridescência ou como se edita uma vid, 2020

Livro de artista, 38 páginas de impressão inkjet em papel A3 Tecco Pearl Super 248gsm e Permajet Classic Fine Art 300gsm, 5 linogravuras a óleo em papel Fabriano de Algodão, encadernado à mão em capa de cartão e com Wintan Natural Palma 1000 light. Edição de 8 on demand, 21cm x 29cm

Fig. 4 e 5 – ‘Plastiglomerates IV e Plastiglomerates V, 2018

Série de 4 imagens feitas com projeção de fotografia e esculturas feitas em PEAD (proveniente das garrafas de leite que a artista recolheu) impressas em papel Hahnemuhle PhotoRag 308 gsm, Edição de 12 on demand, impressão fine art inkjet, 42 x 59,4cm

Fig. 6 – A Fracking Pointless Discussion, 2016

Livro-escultura, litografias, acrílico, brocas, contraplacado, 100cm x 45cm x dimensões variáveis até 55cm